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	<title>Ruschel &#38; Associados - Marketing Ecológico</title>
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	<description>Site da Agência Ruschel &#38; Associados - Marketing Ecológico - Informações sobre negócios e sustentabilidade</description>
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		<title>MPEs não acreditam em ganhos financeiros de práticas sustentáveis</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 12:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rruschel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um estudo produzido e entregue no início de maio deste ano pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) mostrou que embora as empresas nacionais tenham implementado ações sustentáveis, como a coleta seletiva de lixo e o controle no consumo de água, papel e energia, apenas 46% acreditam em resultados financeiros positivos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo produzido e entregue no início de maio deste ano pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) mostrou que embora as empresas nacionais tenham implementado ações sustentáveis, como a coleta seletiva de lixo e o controle no consumo de água, papel e energia, apenas 46% acreditam em resultados financeiros positivos a partir delas.</p>
<p>De 3.912 empresários entrevistados, 80.6% informaram controlar o consumo de água, 81.7% o consumo de energia, 70.2% realizam a coleta seletiva de lixo e 72.4% controlam o consumo de papel. No entanto, 51.7% confirmaram que não possuem o hábito de usar materiais recicláveis no processo produtivo, 83.4% não fazem a captação da água da chuva ou reutilização da água e 50.9% não reciclam lixo eletrônico ou pneus.</p>
<p>Porém, grande parte das empresas consultadas (mais de 80%) entende que a sustentabilidade engloba os eixos ambiental, econômico e social: 79% dos empresários estão conscientes de que ações sustentáveis podem atrair mais clientes e 69% de que transmite uma boa imagem.</p>
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		<title>Festival Latino-Americano de Captação de Recursos – 23/maio</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 12:23:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rruschel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Festival Latino-Americano de Captação de Recursos 2012, que acontece de 23 a 25 de maio no Espaço APAS, em São Paulo, traz uma programação rica e diversificada em relação à captação de recursos. Entre os temas abordados, Rui Mesquita, da Fundação Kellogg, fala sobre a arquitetura internacional de apoio à sociedade brasileira, e Bruno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival Latino-Americano de Captação de Recursos 2012, que acontece de 23 a 25 de maio no Espaço APAS, em São Paulo, traz uma programação rica e diversificada em relação à captação de recursos.</p>
<p>Entre os temas abordados, Rui Mesquita, da Fundação Kellogg, fala sobre a arquitetura internacional de apoio à sociedade brasileira, e Bruno Benjamim, da ActionAid, aborda as campanhas de comunicação para atrair doadores individuais. No âmbito do voluntariado, Silvia Naccache, do Centro de Voluntariado de São Paulo, aborda a importância deste recurso para as organizações e as melhores formas de captação; Kleber Rocha, do Ministério da Cultura, traz informações sobre o financiamento na área de cultura no Brasil. Aproveite o evento também para conhecer a nova diretoria da ABCR e suas perspectivas para os próximos anos.</p>
<p>Além disso, aproveite o Espaço Aberto e sugira você também temas de interesse para a área.</p>
<p>Mais detalhes no site <a href="http://sistema.allinmedia.com.br/bendar/?atmca=470460&amp;atmme=401600&amp;atmte=1&amp;atmso=ck&amp;utm_content=31698251&amp;atmem=Y29udGF0b0BhYnJhcHMub3JnLmJy&amp;">www.flac.org.br</a></p>
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		<title>Consumidor está disposto a pagar mais por produto de empresa sustentável, revela pesquisa</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 01:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rruschel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiba Mais]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo prevalece entre muitas empresas no mercado a premissa de que a maioria dos consumidores não se importa com aspectos sociais e ambientais na hora de adquirir um produto. O cenário, porém, está mudando. Uma pesquisa feita pela Nielsen Holdings, empresa global de informações e mensuração presente em cem países, reforça essa afirmação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo prevalece entre muitas empresas no mercado a premissa de que a maioria dos consumidores não se importa com aspectos sociais e ambientais na hora de adquirir um produto. O cenário, porém, está mudando.</p>
<p>Uma pesquisa feita pela Nielsen Holdings, empresa global de informações e mensuração presente em cem países, reforça essa afirmação e revela que a fatia de &#8220;consumidores com preocupações sociais&#8221; está aumentando. A Pesquisa Global sobre Responsabilidade Social Corporativa entrevistou mais de 28 mil consumidores com acesso a internet em 56 países, com cotas de faixas etárias e sexo, em agosto e setembro de 2011.</p>
<p>Cerca de dois terços (66%) dos consumidores declararam que preferem comprar produtos e serviços de empresas que tenham implantado programas para retribuir à sociedade.  Uma proporção menor dos entrevistados, mas ainda assim quase metade (46%), declara estar disposta a pagar mais por produtos e serviços dessas empresas. Essa preferência se estende também a outras questões: a maioria dos consumidores ouvidos prefere trabalhar para essas empresas (62%) e investir nelas (59%).</p>
<p>O relatório ainda aponta diferenças regionais importantes na consciência social dos consumidores, com entrevistados de América Latina, Oriente Médio, África e Ásia demonstrando maior predisposição a pagar mais por produtos de empresas que dão algum retorno à sociedade que os consumidores da América do Norte e da Europa.</p>
<p>Fonte: Folha.com</p>
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		<title>Sorocaba tem feira de Sustentabilidade em 16/maio</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 01:16:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rruschel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O princípio básico da sustentabilidade significa satisfazer as gerações presentes sem comprometer as necessidades das gerações futuras, utilizando os recursos naturais de forma inteligente, sem agredir ao meio-ambiente. Este é um tema moderno e amplamente divulgado nos meios de comunicação e, quem não está alinhado às tendências ambientais, está tendenciado a ser excluído do mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O princípio básico da sustentabilidade significa satisfazer as gerações presentes sem comprometer as necessidades das gerações futuras, utilizando os recursos naturais de forma inteligente, sem agredir ao meio-ambiente. Este é um tema moderno e amplamente divulgado nos meios de comunicação e, quem não está alinhado às tendências ambientais, está tendenciado a ser excluído do mercado num futuro próximo.</p>
<p>Por isto, de uns anos para cá, vem-se ampliando o esclarecimento da população em geral que está transformando o perfil dos consumidores para pessoas conscientes e, em conseqüência, mais exigentes com relação às suas compras e ao impacto que seu consumo gera no meio ambiente.</p>
<p>Todo este contexto será amplamente debatido por meio de diversas abordagens durante a Ecofair 2012, feira ambiental de inovações regionais que será realizada na cidade de Sorocaba/ SP, de <em>16 a 19 de maio</em>.</p>
<p>A programação completa da feira pode ser acompanhada através do portal <a href="http://www.ecofair.com.br/">WWW.ecofair.com.br</a>, bem como a realização do credenciamento para visitação.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cittaslow: a revolução urbana que respeita a alma</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 15:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rruschel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[citaslow]]></category>
		<category><![CDATA[slow food]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com Paolo Saturnini, criador do Movimento Cittaslow Por Rogério Ruschel, de Florença/Itália (*) O Movimento Cittaslow (Cidadades Lentas), a mais revolucionária proposta de desenvolvimento urbano sustentável, nasceu numa mesa de bar. Mais específicamente, na mesa de um restaurante de Greve in Chianti, pequena comunidade no coração da Toscana, Itália, na qual o então prefeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entrevista com Paolo Saturnini, criador do Movimento Cittaslow</em></p>
<p>Por Rogério Ruschel, de Florença/Itália (*)</p>
<p>O Movimento Cittaslow (Cidadades Lentas), a mais revolucionária proposta de desenvolvimento urbano sustentável, nasceu numa mesa de bar. Mais específicamente, na mesa de um restaurante de Greve in Chianti, pequena comunidade no coração da Toscana, Itália, na qual o então prefeito Paolo Saturnini almoçava com amigos. O ano era 1999 e a idéia surgiu como uma solução simples para um problema que todas as comunidades enfrentam – conciliar desenvolvimento com qualidade de vida. Hoje, menos de 13 anos depois, já está sendo aplicado em cerca de 150 cidades de 25 países.</p>
<p>O Movimento Cittaslow propõe a melhora da qualidade de vida dos cidadãos a partir de propostas vinculadas ao território, ao meio ambiente, ao respeito cultural e ao uso de novas tecnologias usando como “arma” o protagonismo comunitário. Simples na concepção, nasceu inspirada no Movimento Slow Food e se propaga em cidades pequenas, evitando que cometam os  mesmos erros das cidades que crescem sem controle. Como diz Saturnini, cidades pequenas devem preservar; cidades grandes precisam revolucionar – e não sabem como. O Brasil tem 5.017 municípios com menos de 50.000 habitantes e pode criar centenas de Cidades Lentas salvando do caos urbano 65,2 milhões de brasileiros. Esta reportagem procura mostrar o caminho. Para saber mais acesse <a href="http://www.cittaslow.org">http://www.cittaslow.org</a></p>
<p>No fim de abril em um jantar deliciosamente “lento” de quase 3 horas no restaurante La Piazza Del Vino, em Florença, na Itália, acompanhado da mulher Marisa e rodeado por mais de 3.000 garrafas de vinho, Paolo Saturnini me concedeu esta entrevista exclusiva sobre a gênese e o desenvolvimento do Movimento Cittaslow,.</p>
<p><strong>Ruschel:</strong> Como nasceu a proposta de Cittaslow?</p>
<p><strong>Paolo:</strong> A idéia nasceu em 1999, logo após o Congresso Mundial do Slow Food em Orvieto, na Itália, do qual eu havia participado. Como prefeito estava preocupado para resolver um dilema: como permitir que Greve in Chianti pudesse continuar a receber cada vez mais turistas sem perder a identidade e seus valores culturais, parte fundamental do que atraía os turistas, e ao mesmo tempo compartilhar os benefícios para toda a comunidade, e não apenas para alguns poucos? E melhorar a qualidade do produto turístico, a solução de qualquer destino turístico sob pressão de volume, não era possível, porque nosso turismo já era de alta qualidade.</p>
<p>Foi quando tive a idéia de expandir o conceito de &#8220;lentidão&#8221; proposto pelo movimento Slow Food – focado na qualidade, integridade e prazer do que se come &#8211; para a cidade inteira. Afinal, nas casas de Greve comemos sempre com prazer e alegria e o vinho &#8211; talvez o mais poderoso ícone da “slow food” &#8211; é parte quotidiana de nossos hábitos alimentares. Na verdade, pensei inicialmente na possibilidade de estender o princípio da “lentidão” também para outras coisas além da comida, e com isso sensibilizar pessoas que ainda não tinham abraçado a causa do Slow Food. Pensei que se tivesse o apoio de prefeitos e instituições municipais que representam dezenas de milhares de homens e mulheres, poderia facilitar a implementação dos objetivos do movimento Slow Food mais rapidamente. Parecia uma boa ideia: bastava pedir aos políticos, em primeiro lugar, mas também para as pessoas da cidade como um todo, um ato de vontade: a vontade de ser parte de um projeto estratégico importante, o projeto do Slow Food.</p>
<p><strong>Ruschel:</strong> Como são as relações da Cittaslow com o Slow Food?</p>
<p><strong>Paolo:</strong> As organizações estão intimamente relacionadas, no sentido de que Cittaslow faz parte do Slow Food através de um representante nacional, e o presidente da Cittaslow faz parte do Conselho de Governadores do Slow Food na Itália.</p>
<p><strong>Ruschel:</strong> Quem foram os promotores iniciais da ideia?</p>
<p><strong>Paolo:</strong> O Município de Greve in Chianti, juntamente com as cidades de Orvieto, Bra, Positano e com o Movimento Slow Food.</p>
<p><strong>Ruschel: </strong>Qual a ideia básica do Movimento Cittaslow?</p>
<p><strong>Paolo:</strong> O objetivo é melhorar a qualidade de vida dos cidadãos a partir de propostas vinculadas ao território, ao meio ambiente, ao protagonismo comunitário e ao uso de novas tecnologias. O inimigo é o estresse, a pressão de valores não naturais, a perda de referências, a pressa. Tudo isto gera má qualidade de vida. Em pequenas comunidades como Greve in Chianti as pessoas estão vinculadas ao território: elas nascem, crescem, moram e trabalham em fazendas, casas, ruas e bairros. Conhecem cada árvore, cada casa. Vivem no território do município, um espaço que deve ser seu e que deve ser fonte de harmonia e prosperidade. E este ambiente deve ser respeitado e valorizado, e não envenenado como é a tendência no que se refere ao meio ambiente. Queremos valorizar o território e não apenas ocupá-lo.</p>
<p><strong>Ruschel: </strong>E como esta “valorização do território” se manifesta na prática?</p>
<p><strong>Paolo: </strong>Para aderir à rede, os municípios candidatos devem ter até 50.000 habitantes e atender a diversos compromissos, entre os quais:</p>
<p>A política de planejamento deve servir para melhorar o território, e não apenas para ocupá-lo</p>
<p>Devem implementar uma política ambiental baseada na promoção da recuperação e reciclagem de resíduos, quando não for possível evitá-los</p>
<p>Devem usar os avanços tecnológicos para melhorar a qualidade ambiental e de áreas urbanas</p>
<p>Devem promover a produção e utilização de produtos alimentícios obtidos de maneira natural e ambientalmente respeitosos, excluindo os produtos transgênicos</p>
<p>Devem entender que o fortalecimento da produção local deve estar ligada ao território: agricultores e moradores tradicionais devem preservar suas mais antigas tradições, mesmo quando é incentivado o relacionamento entre consumidores e produtores</p>
<p>Devem implementar, quando necessário,  políticas e serviços públicos de defesa de grupos geralmente excluídos</p>
<p>Devem promover a hospitalidade respeitosa e a convivência harmoniosa entre os moradores e turistas, sem exploração, mas com valorização</p>
<p>Devem mobilizar e educar a consciência dos residentes e dos operadores turísticos sobre o que significa viver em uma cidade lenta e suas implicações, com especial atenção para a sensibilização dos jovens, através de planos de formação específicos.</p>
<p><strong>Ruschel: </strong>Você pode dar exemplos práticos?</p>
<p><strong>Paolo: </strong>Sim, posso dar alguns exemplos do que foi conquistado em Greve in Chianti.<br />
Um está relacionada ao planejamento urbano, onde, para assegurar o desenvolvimento sustentável na minha comunidade, reduzimos drásticamente a previsão de novos edifícios, tanto residenciais como para atividades produtivas. Reduzimos o limite de 250.000 metros cúbicos construtivos de leis anteriores e aprovamos um novo plano diretor que colocou em primeiro lugar o aproveitamento das áreas existentes, e apenas como último recurso, a construção de um novo edifício. Outro exemplo é o do comércio, onde, como em qualquer cidade você tem lojas com áreas de auto-atendimento, mas o morador prefere o comércio tradicional, contribuindo para a preservação de uma importante base econômica, social e cultural. Outro exemplo é o do turismo, onde, em face de forte crescimento da demanda, incentivamos o surgimento de pequenos hotéis derivados da reutilização de edifícios existentes, em vez de recorrer à construção de complexos hoteleiros de grande porte. Também associamos a qualidade e a origem de alimentos produzidos localmente à educação, educação alimentar e educação ambiental, incentivando o uso de merendas ligadas ao território e à cultura. Um último exemplo é o da paisagem agrícola, onde, com o apoio de enólogos, adotamos padrões e práticas para a criação de novos vinhedos com técnicas mais respeitosas em relação ao solo e a paisagem.</p>
<p><strong>Ruschel: </strong>Ser uma Cittaslow é viável só para cidades pequenas?</p>
<p><strong>Paolo: </strong>É mais adequado para cidades pequenas, para evitar que cometam os  mesmos erros das cidades que cresceram sem controle. Cidades pequenas devem preservar; cidades grandes precisam revolucionar – e não sabem como. Cidades grandes têm mais de uma alma: de culinária, de transporte, de energia, etc e porisso têm que fazer mudanças por bairros, por setores. Quem mora em cidades grandes, pode perder a noção de território, de pertinência e de tempo. Atualmente os estatutos da Cittaslow só aceitam cidades associadas com até 50.000 habitantes. Talvez este limite seja revisado na medida em que o movimento se amplie. (Nota do repórter: para se tornar uma Cittaslow, a cidade candidata tem que pagar 600 Euros de taxa de inscrição, receber a visita de auditores e promover uma reunião da qual participem pelo menos 3 municípios associados da rede. Feito isso, deve aceitar os termos dos Estatutos da associação e se comprometer com políticas públicas que ajudem a criar um ambiente propício para atingir os objetivos).<strong></strong></p>
<p><strong>Ruschel:</strong> Como funciona o projeto Cittaslow?</p>
<p><strong>Paolo:</strong>  Este é um projeto &#8220;em andamento&#8221; no sentido de que ele cresce por etapas, quer através do aumento do número de cidades participantes, quer pela aplicação e realização dos objetivos de Cittaslow nas cidades. Quando você se torna uma Cittaslow você tem certos requisitos; com o tempo não só esses requisitos devem ser mantidos &#8211; e na medida do possível melhorados &#8211; mas também deve lutar para viabilizar outros requisitos que ainda não tinha no momento de reconhecimento.</p>
<p><strong>Ruschel: </strong>Como foi implantado em Greve in Chianti, quais as dificuldades?</p>
<p><strong>Paolo: </strong>Primeiro explicamos os objetivos e debatemos publicamente sobre o que poderia surgir de positivo ou negativo. Criado um ambiente receptivo, começamos a discutir legislações relacionadas a assuntos de interesse coletivo como meio ambiente, energia limpa e mobilidade. Geve in Chianti tinha uma comunidade de imigrantes árabes, que têm outra cultura, e mesmo assim deu certo, porque não existiam diferenças econômicas gritantes. Seguimos nosso ditado “chi va piano va sano e va lontano” (em tradução livre, devagar se vai ao longe)</p>
<p><strong>Ruschel: </strong>O movimento está em 25 países, inclusive em vários com culturas diferentes da européia como China, Estados Unidos, Nova Zelândia, Coréia do Sul e África do Sul. Como é feita a mobilização para a candidatura, quem entra com o pedido, como se comportam os políticos?</p>
<p><strong>Paolo: </strong>Pode ser proposto por políticos, mas na maioria das vezes é um movimento que nasce na base, nas ruas, liderado ou proposto por intelectuais da comunidade. Foi o caso da Coréia do Sul, da qual fui o padrinho. Acho que a internet atualmente permite esta mobilização em escala mais rápida. Mas a proposta só pode vingar se tiver o apoio do poder público, e isto pode dificultar. Alguns políticos percebem a oportunidade de visibilidade, e dependendo da mobilização, o prefeito e os vereadores acabam aderindo ao protagonismo comunitário, mesmo que não tenham muito desejo lá no íntimo. E tem outra questão: a dos partidos políticos, que é muito sério aqui na Itália. Geralmente os prefeitos não querem continuar ideias do antecessor, então as propostas mais bem sucedidas são as que conseguem suplantar isto. No meu caso em Greve in Chianti, quando como prefeito eu comecei a falar sobre Cittaslow, encontrei uma adesão significativa de todos os partidos políticos, inclusive da oposição, e isso facilitou a tarefa. Outro segredo do sucesso é que é preciso reconhecer o papel e importância das forças econômicas e sociais, e suas demandas precisam ser contempladas. No Brasil ainda não temos nenhuma Cidade Lenta; você não quer levar o movimento para lá? (Nota do repórter: a cidade de Tiradentes, de Minas Gerais, iniciou um processo de associação que foi interrompido, mas Paolo acha que será retomado).</p>
<p><strong>Ruschel: </strong>Existem outras iniciativas similares?</p>
<p><strong>Paolo: </strong>Sim, existem outras iniciativas. A maioria dos municípios participantes do Cittaslow também faz parte de outras associações como, por exemplo, associações de &#8220;identidade da cidade&#8221; (cidade do vinho da cidade, pão, cidade Querida, cidades floridas, etc.) que realizam políticas e objetivos similares aos da Cittaslow. Muitas cidades também acompanham regularmente as atividades do Slow Food, ou Legambiente ou Symbola, organizações que têm uma origem comum com Cittaslow na defesa do meio ambiente, e na qualidade dos produtos locais. (Nota do repórter: No Brasil outros movimentos similares são Cidades Sustentáveis e Transition Towns &#8211; de âmbito nacional &#8211; e movimentos do tipo Nossa CidadeTal, Observatório da CidadeTal).</p>
<p><strong>Saiba mais</strong></p>
<p><strong>O berço da Cittaslow</strong></p>
<p>Greve in Chianti é uma pequena comunidade de menos de 15.000 habitantes a 30 quilometros de Florença, no coração da Toscana. Provavelmente existe antes dos etruscos e dos romanos dominarem a área; os registros mais antigos são do século XI.  A economia local está baseada na exportação de óleo de oliva extra virgem e vinhos chiantis e super-toscanos e importação de turistas. A cidade abriga atrações como a Igreja Santa Croce (século XI), uma casa que foi de Américo Vespúcio, um mosteiro Franciscano do século XIV e o castelo de Verrazzano construído pelos Lombardos no século XIII, entre outras obras. Atraídos pela beleza e charme da região e por festivais de vinho, festa das flores, feiras de antiguidades e uma feira semanal de produtos típicos na Piazza Matteotti, a principal da cidade, os turistas que visitam Greve in Chianti podem se deliciar com uma gastronomia de alta qualidade que inclui trufas, porcos Cinta Senese e veados selvagens &#8211; todos de produção local.</p>
<p>Por todas estas razões, ter uma propriedade na região se tornou o objeto do desejo de bem resolvidos e ricos do mundo inteiro que compram propriedades idílicas como as famosas vilas toscanas, pequenos castelos e propriedades rurais centenárias com áreas de produção de azeite e vinho. Compram e não podem modificar um único tijolo. Em 2010 a revista norte-americana Forbes a nomeou a primeira da lista de &#8220;Europe&#8217;s Most Idyllic Places To Live.&#8221;</p>
<p>Mas Greve in Chianti prospera de um jeito diferente, controlado. Nos anos 80 a cidade já começava a ter problemas de perda de identidade por causa do volume de turistas. Como enfrentar o desafio de atender turistas em maior volume do que podia sem se descaracterizar? A solução convencional no turismo nestes casos é buscar a qualidade, mas a comunidade já oferecia isto. Foi quando o então prefeito Paolo Saturnini propôs uma idéia simples: a associação do conceito de “slow food” para a cidade inteira, um conceito que se materializou no Movimento Cittaslow.</p>
<p><strong>O pai da Cittaslow</strong></p>
<p>Paolo Saturnini tem 59 anos e não terminou o curso de Administração. Nasceu e sempre viveu em Greve in Chianti, onde atualmente é empresário do setor imobiliário. Foi prefeito (sindaco) entre 1995 e 2004, re-eleito duas vezes, o máximo que a legislação italiana permite. Foi mentor e primeiro presidente do Movimento Cittaslow e atualmente é presidente honorário e presidente do Conselho Garantidor de Qualidade da organização. Faz palestras sobre o tema em vários países e freqüenta os eventos internacionais do movimento. Não pretende fazer carreira política. Prefere se dedicar à enogastronomia: é autor dos livros “Vini da mangiare”, com 200 receitas de uso do vinho na culinária, e “Giallo in cucina”, sobre o uso do açafrão, em parceria com Marco Mazzoni, produtor de açafrão há mais de 20 anos. É autor também de um livro que registra sua percepção sobre Greve in Chianti e as memórias do nascimento do Movimento Cittaslow: “L’armonia Del Chianti – riflessioni su una terra in bilico” (em tradução livre, “A harmonia de Chianti – reflexões sobre uma terra em equilíbrio”). Foi também presidente nacional da Associazzione Cittá Del Vino, que reúne todas as cidades italianas que produzem vinhos. Evidentemente Paolo sabe tudo sobre vinhos, especialmente chiantis. E é um excelente companheiro para um jantar lento, delicioso e culturalmente enriquecedor.</p>
<p><strong>Slow Food: a inspiração</strong></p>
<p>O Movimento Slow Food foi criado em 1986 pelo italiano Carlo Petrini e se transformou em uma organização internacional atualmente com 100.000 sócios de 150 países que promove a eco-gastronomia, a educação alimentar, alimentos sustentáveis e a agricultura de base local. O princípio é simples: a forma como nos alimentamos tem profunda influência no que nos rodeia &#8211; na paisagem, na biodiversidade da terra e nas suas tradições.</p>
<p>Com sede na cidade de Bra, na Itália, o Slow Food opera tanto localmente (em parcerias como com a Terra Madre, encontro internacional de comunidades do alimento que trabalham pela sustentabilidade de seus produtos alimentares, e com a Fundação Slow Food para a Biodiversidade, braço científico do movimento), como globalmente, em parceria com instituições como a FAO &#8211; Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação.</p>
<p>No Brasil o movimento mantém 8 Fortalezas (projetos que defendem produtos ou modos produtivos agrícolas específicos de um local), inseriu 24 produtos brasileiros na Arca do Gosto (catálogo mundial de sabores quase esquecidos de produtos ameaçados de extinção) e desde 2004 tem um convênio com o o Ministério do Desenvolvimento Agrário para desenvolvimento de projetos.  Veja mais em <a href="http://www.slowfoodbrasil.com">http://www.slowfoodbrasil.com</a>  O Movimento Cittaslow herdou não só os princípios, mas também o logotipo Movimento Slow Food, colocando casinhas nas costas do caracol.</p>
<p>(*) Rogério Ruschel &#8211; <a href="mailto:rogerio@ruscheleassociados.com.br">rogerio@ruscheleassociados.com.br</a>  &#8211; é jornalista especializado e editor da revista eletrônica “Business do Bem – Economia, Negócios e Sustentabilidade”. Ruschel viajou à Florença a convite dele mesmo.</p>
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		<title>Urgência dos investimentos em infraestrutura</title>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 22:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rruschel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(*) Ricardo Ernesto Rose Depois de um período de queda de investimentos, o governo pretende aumentar os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Em 2011 o governo Dilma investiu efetivamente 28 bilhões de reais em projetos &#8211; 79% dos 35,4 bilhões de reias empenhados. Apesar dos investimentos terem sido 21% superiores aos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(*) Ricardo Ernesto Rose</p>
<p>Depois de um período de queda de investimentos, o governo pretende aumentar os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Em 2011 o governo Dilma investiu efetivamente 28 bilhões de reais em projetos &#8211; 79% dos 35,4 bilhões de reias empenhados. Apesar dos investimentos terem sido 21% superiores aos de 2010, a velocidade dos repasses ainda está lenta, considerando que entre 2011 e 2014 o ministério do planejamento tenha projetado investir quase um trilhão de reais em obras de infraestrutura. Apesar da quantia considerável, não se trata de valor exorbitante, tendo em vista as grandes carências que o país ainda tem na área de saneamento (tratamento de água e esgotos), energia, transportes, saúde e moradia. Outro aspecto, é que a partir do momento em que vastas camadas da população passaram a ter acesso aos bens de consumo e serviços básicos, começam a se tornar mais exigentes em outras áreas como moradia, saúde, transporte e educação. E a pressão popular só tende a aumentar com as eleições municipais em 2012.</p>
<p>Especialistas apontam basicamente dois problemas principais, como causadores deste atraso no ritmo dos investimentos e, principalmente das obras do PAC: a queda de ministros e a falta de quadros capacitados em número suficiente para gestão dos projetos nos diversos níveis de governo. Até fevereiro de 2012 o governo teve que demitir sete de seus ministros, fato que provocou crises em diversos ministérios e departamentos a eles subordinados, como o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) e a Valec, ambos ligados ao Ministério dos Transportes. Como consequência, atrasaram-se as obras e postergaram-se pagamentos. Por outro lado, a capacitação de mão de obra continua a ser uma das maiores deficiências da administração pública, apesar da visível melhoria ocorrida ao longo dos últimos quinze anos, com a introdução da Reforma Gerencial do Estado.</p>
<p>No entanto, o governo agora parece querer recuperar o tempo perdido. Com isso, o setor de energia deverá receber metade dos 955 bilhões de reais destinados ao PAC 2; outros 30% serão direcionados ao programa de habitação &#8220;Minha Casa Minha Vida&#8221;. Dos investimentos a serem realizados pelo PAC 2, 74% &#8211; 708 bilhões de reais &#8211; serão efetivados ainda até 2014. Apenas as obras ligadas à Copa do Mundo de 2014, já deverão absorver 30 bilhões de reais em investimentos. Esta injeção de dinheiro ajudará também outros setores ligados à infraestrutura, como o setor de máquinas e equipamentos, onde já se prevê um aumento na demanda nos próximos anos.</p>
<p>Enquanto muitos lucram, outros perdem. Visando manter as contas equilibradas, o governo planejou cortes no orçamento de 2012 da Saúde e da Educação, totalizando 7,4 bilhões de reias. Outros ministérios que tiveram suas verbas reduzidas foram o de Ciência, Tecnologia e Inovação (22%) e o do Meio Ambiente (19%).</p>
<p>É importante que o governo mantenha um rígido controle da alocação das verbas disponíveis. São períodos de relativa prosperidade econômica como o que o Brasil está vivendo, que permitem aos países atualizar sua infraestrutura e criar melhores condições de vida para seus cidadãos, preparando a nação para uma nova fase de crescimento. Sob nenhum argumento justifica-se, no entanto, o corte de recursos destinados à área social, como a saúde e a educação.</p>
<p>(*) Jornalista, Graduado em Filosofia e Pós-Graduado em Gestão Ambiental. Atua desde 1992 nos setores de meio ambiente e energia, na área de marketing de tecnologias. Diretor de Meio Ambiente da Câmara Brasil-Alemanha é editor do blog: www.danaturezaedacultura.blogspot.com</p>
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		<title>eCycle: um site com tudo sobre descarte correto</title>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 22:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rruschel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiba Mais]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já pensou que tudo o que você consome deixa um rastro no planeta? E que muitas vezes essas pegadas permanecem por muitos e muitos anos no meio ambiente, causando vários problemas? É com base nessa ideia que foi criado o site http://www.ecycle.com.br/ que tem o objetivo de oferecer opções de descarte correto e consumo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já pensou que tudo o que você consome deixa um rastro no planeta? E que muitas vezes essas pegadas permanecem por muitos e muitos anos no meio ambiente, causando vários problemas?</p>
<p>É com base nessa ideia que foi criado o site <a href="http://www.ecycle.com.br/">http://www.ecycle.com.br/</a> que tem o objetivo de oferecer opções de descarte correto e consumo consciente em um mundo que cada vez mais se preocupa com a sustentabilidade. Lá, você conhece dispõe de conteúdos sobre diversos materiais componentes dos objetos de consumo, desde propriedades potencialmente nocivas ao meio ambiente, até como e onde descartá-los, em perspectiva a redução dos danos ambientais.</p>
<p>O site oferece mais de sete mil opções para destinação de cerca de 200 itens de consumo diário e com grandes facilidade, pois mostra quais são os postos que aceitam os materiais buscados, além da rota para chegar ao destino mais próximo.</p>
<p>O portal também conta com seis editorias relacionadas ao tema consumo consciente, como &#8220;Atitude&#8221;, &#8220;Pegue Leve&#8221; e &#8220;eBa!&#8221;, que apresentam matérias e artigos com as principais novidades e polêmicas do mundo verde.</p>
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		<title>III Reunião do Comitê Preparatório para a Rio+20 – 13 de junho a 15 de junho</title>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 22:51:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesses três dias, será realizada a Reunião do Comitê Preparatório para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Mais informações no site http://www.rio20.gov.br/eventos/iii-reuniao-do-comite-preparatorio-para-a-rio-20.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesses três dias, será realizada a Reunião do Comitê Preparatório para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Mais informações no site http://www.rio20.gov.br/eventos/iii-reuniao-do-comite-preparatorio-para-a-rio-20.</p>
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		<title>ANIP – Associação  Nacional da Indústria de Pneumáticos</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 14:47:54 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Clientes]]></category>

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		<description><![CDATA[ANIP &#8211; cartilha 1Em 2011 a Ruschel &#38; Associados editou para a ANIP – Associação  Nacional da Indústria de Pneumáticos, um conjunto de materiais educativos como parte do Reciclanip – o programa de coleta e destinação de pneus inservíveis que em 10 anos tirou 310 milhões de pneus do meio ambiente, através de 600 postos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ruscheleassociados.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/04/ANIP-cartilha-11.pdf">ANIP &#8211; cartilha 1</a>Em 2011 a Ruschel &amp; Associados editou para a ANIP – Associação  Nacional da Indústria de Pneumáticos, um conjunto de materiais educativos como parte do Reciclanip – o programa de coleta e destinação de pneus inservíveis que em 10 anos tirou 310 milhões de pneus do meio ambiente, através de 600 postos de coleta em todo o Brasil. Trata-se de um programa de respeito internacional. São 2 cartilhas (uma para consumidor final e outra para funcionários do trade) e 1 poster para revenda.  A cartilha para consumidor final tem 16 páginas e 3 MB – para baixá-la, acesse <a href="../../2011/01/cartilha-sobre-reciclagem-de-pneus/">http://www.ruscheleassociados.com.br/2011/01/cartilha-sobre-reciclagem-de-pneus/ANIP &#8211; cartilha 1</a></p>
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		<title>O novo selo de eficiência para residências</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 00:38:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rruschel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[eficiencia energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Ricardo Ernesto Rose (*) O crescimento da economia brasileira está fazendo com que aumente o consumo de eletricidade em todo o País. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério das Minas e Energia, informou recentemente que o consumo de energia em 2010 deverá crescer 8,1% em relação a 2009. Apenas no segmento residencial, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo Ernesto Rose (*)</p>
<p>O crescimento da economia brasileira está fazendo com que aumente o consumo de eletricidade em todo o País. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério das Minas e Energia, informou recentemente que o consumo de energia em 2010 deverá crescer 8,1% em relação a 2009. Apenas no segmento residencial, haverá uma expansão de 6,5% no uso de eletricidade em relação ao ano passado. Tal expansão da demanda se deve principalmente ao aumento do consumo de eletrodomésticos e à construção de mais de um milhão de novas residências, entre 2007 e 2010.</p>
<p>O aumento da demanda de energia deverá ser suprido principalmente pela construção de novas usinas hidrelétricas de grande porte e por centrais termelétricas. As primeiras estão sendo muito criticadas pelo grande impacto ambiental que provocarão; como as usinas dos rios Madeira e Xingu. As termelétricas funcionam a carvão ou óleo combustível, sendo fonte de emissão de gases poluentes. Felizmente, para compensar minimamente esta desfavorável situação, o governo vem incentivando o uso de energia eólica e deverá, em curto espaço de tempo, criar mecanismos que propiciem o crescimento da geração de energia de biomassa e a fotovoltaica.</p>
<p>Mas, além de gerar mais energia também é preciso poupá-la. Assim, seguindo a idéia do Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica), um programa de eficiência energética para produtos eletrodomésticos criado em 1993, o governo criou o Procel Edifica. A partir de dezembro de 2010, prédios residenciais de todo o país que apresentarem um baixo consumo e maior aproveitamento de eletricidade, deverão receber uma etiqueta identificadora. A iniciativa será inicialmente voluntária, mas dentro de alguns anos deverá se tornar obrigatória. Em alguns edifícios públicos a medida já será implantada este ano, como no caso do prédio da Caixa Econômica Federal do Paraná. Faz parte da estratégia do governo reduzir o consumo de eletricidade no setor residencial, que em 2009 já consumia 22,1% de toda energia elétrica utilizada no país, segundo dados do Ministério das Minas e Energia.</p>
<p>No caso dos imóveis residenciais a avaliação da eficiência energética deverá considerar dois itens: o apartamento em si e as áreas de uso comum do prédio, como a garagem, o elevador e corredores. Na qualificação das construções, serão considerados aspectos como a parte externa do prédio (materiais usados nas fachadas, cobertura, janelas e portas) a iluminação e ventilação (grau de iluminação e ventilação natural). O programa é um incentivo à utilização de tecnologias modernas, como o aquecimento solar, gás ou bomba de calor, no lugar de chuveiros elétricos. Os elevadores deverão receber motores elétricos mais eficientes e as áreas comuns poderão utilizar diodos LEDs na iluminação.</p>
<p>No caso das construções novas, estas passarão por duas fases. O projeto de construção será avaliado antes de se dar início à obra. Terminada a construção, o prédio será novamente examinado e tendo atendido os requisitos técnicos, receberá a etiqueta definitiva do Procel Edifica. Segundo alguns especialistas, a certificação poderá ser argumento adicional de venda, principalmente de edifícios residenciais dirigidos a um público novo e exigente, cada vez mais numeroso.</p>
<p>(*) Ricardo Ernesto Rose, Jornalista, Licenciado em Filosofia e Pós-graduado em Gestão Ambiental. Atua no setor ambiental desde 1992 na área de transferência de tecnologia. Diretor de Meio Ambiente da Câmara Brasil-Alemanha. Editor do blog: danaturezaedacultura.blogspot.com.</p>
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